quinta-feira, 30 de julho de 2009

Crise?



“Vou fazer um slideshow para você. Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes. Quem sabe até já se acostumou com elas. Começa com aquelas crianças famintas da África. Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele. Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem. Êxodos de populações inteiras. Gente faminta. Gente pobre. Gente sem futuro. Durante décadas, vimos essas imagens. No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto. Algumas viraram até obje
tos de arte, em livros de fotógrafos renomados. São imagens de miséria que comovem. São imagens que criam plataformas de governo. Criam ONGs. Criam entidades. Criam movimentos sociais. A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá, sensibiliza.

Ano após ano, discutiu-se o que fazer. Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta. Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo. Resolver, capicce? Extinguir. Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta. Não sei como calcularam este número. Mas digamos que esteja subestimado. Digamos que seja o dobro. Ou o triplo. Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo. Não houve passeata, discurso político, filosófico ou foto que sensibilizasse.

Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse. Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo…”

Autor desconhecido

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Jornalista não sabe com quem mexe e é demitido.



Talvez o título da matéria seja um pouco fora dos padrões, mas expressa a mais pura realidade. tem gente que pensa que sabe o que fala e o que é pior, pensa que está "abafando" no que fala até se dar mal. Foi o que aconteceu com o Jornalisra Italiano Roberto Balducci, da emissora de TV RAI 3, da Italia, que irinizou as palavras e a popularidade do Papa Bento XVI. A noticia é tirada do portalimprensa uol.

"O jornalista italiano Roberto Balducci, da emissora de TV RAI 3, foi demitido na última terça-feira (14), após realizar um comentário irônico sobre o papa Bento XVI. Em reportagem, o profissional teria questionado a popularidade de Joseph Ratzinger junto aos fiéis.

"O papa vai de férias onde o esperam dois gatos que vão arrancar o seu sorriso, pelo menos como os proverbiais quatro gatos, e quem sabe alguns mais que, todavia, tem o valor e a paciência para escutar as suas palavras", disse Balducci, ao comentar sobre as férias de Bento XVI, na região italiana de Vale da Aosta.

O vice-presidente da emissora, Giorgio Merlo, classificou o incidente como uma tendência "anticlerical, singular e vulgar". Após o ocorrido, Balducci se defendeu, ao revelar "absoluto respeito pela Igreja"


Este jornalista nos ensina duas coisas:
1º) Quem não tem o que falar cále-se. (é uma virtude)
2º) saiba de quem e como você fala. Do Papa falou... se lascou!


Agora o Papa está de férias e ele procurando emprego.

Fundação vaticana critica a FIFA por tentar proibir expressões religiosas


O Presidente da Fundação João Paulo II para o Esporte, Eddio Constantini, criticou severamente o Presidente da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), Joseph Blatter, por tentar proibir as demonstrações religiosas no futebol, depois da oração da seleção do Brasil ao vencer a Copa das Confederações.

Constantini explicou que “Blatter e a federação de futebol da Dinamarca, se equivocam, é um engano depurar o esporte, daqueles valores éticos que a fé cristã e a Igreja Católica defendem, há séculos”

Estas afirmações foram feitas pelo dirigente em resposta às declarações de Blatter sobre a oração dos brasileiros, que depois da vitória contra Estados Unidos, abraçaram-se para rezar e dar graças a Deus por ter obtido recentemente a Copa das Confederações; o que também foi qualificado como um “perigo” pelo presidente da Federação de Futebol da Dinamarca quem afirmou que “não existe espaço para a religião no futebol”.

Além disso, Blatter prometeu que proibirá toda manifestação religiosa para o próximo Mundial de Futebol que se realizará na África do Sul em 2010.

Constantini respondeu em um comunicado que Blatter não é novo sobre este tipo de “infelizes afirmações” e recordou o “ultimato” aos mesmos brasileiros depois de um festejo similar depois de haverem-se coroados campeões mundiais no ano 2002. “Sustento, que justamente a progressiva vazão de valores éticos e religiosos, seja o responsável pela degradação moral que sofre o futebol e o esporte em geral”, precisou

Para o dirigente italiano, “só uma revolução desde abaixo, capaz de formar atletas e homens completos, poderá restituir ao esporte o significado autêntico que violência, a dopagem, o racismo e o dinheiro ameaçam tirar-lhe”
A Fundação João Paulo II para o Esporte foi apresentada em julho de 2008. Tem como objetivos organizar um programa trienal de eventos nacionais e internacionais no campo esportivo, para promover os valores da pessoa humana especialmente entre os jovens.

Naquela ocasião, Constantini explicou que “o nascimento da Fundação e o início de suas atividades coincidem e não por casualidade com o Ano Paulino: São Paulo em suas cartas se referia com freqüência à vida do cristão como uma corrida esportiva que, ao final, será premiada com a coroa incorruptível”.

Fonte: ACI

Depois de terem tirado os crucifíxos das escolas e lugares públicos e agora restrições a manifestações religiosas em campo como uma simples oração de ação de graças, (notem que todas elas contra o cristianismo) qual será a próxima restrição aos cristãos?

sábado, 11 de julho de 2009

"Anjos e Demônios" - O Católico deve ir ao cinema?



Parece-me que o escritor Dan Brown e o diretor Ron Howard, o mesmo de “O Código da Vinci” gostam mesmo de levar à plena ignorância aqueles que não se apoiam na verdade da fé e tampouco nas verdades históricas. Mais uma vez um filme baseado no best-seller de Dan Brown, “Anjos e Demônio” vem levar à “loucura” - para não dizer outra coisa – no melhor estilo “policia e ladrão”, mentiras e fatos históricos totalmente distorcidos. Sua intenção? Claro, difamar a Igreja de Cristo.

A mentira do filme se baseia agora em torno de uma possível vingança por parte de uma seita científica secreta do séc XVII chamada “Os Illuminati”. Tal seita, composta por cientista e artistas, por ter sido perseguida, calada e exterminada pela Igreja Católica por volta do séc XVI, estão de volta para uma “vingança”. Para quem não tem um pouquinho só de raciocínio lógico e histórico – não precisa nem de muita fé – sai da leitura ou do cinema como “inimigo número 1 do Vaticano”. É lamentável!

Dan Brown usa personagens reais como Galileu e Bernini para compor a sua trama de mentiras. Os fatos da obra são tão mentirosos que chega a ser uma obra de comédia do ponto de vista histórico, a começar pelo cruzamento de datas e personagem, como é o caso da relação entre os Illuminatis e Galileu.

Históricamente os Illuminatis foram fundados por um professor de leis chamado Adam Weishaupt, na Baviera, Alemanha, em 1 de maio de 1776. Acontece que o grupo de cientistas não foram muito longe, acabou em 1787. Mas a comédia ainda está por vir, segundo a bra de Brown, Galileu e Bernini foram contemporâneos dos Illuminatis, no entanto Galileu morreu em 1642, ou seja, 150 anos antes da fundação dos Illuminatis. Mas para Dan Brown isso não importa, afinal quem está interessado em buscar a verdade? Me parece que para muitos autores de livros e filmes de hoje é muito fácil brincar com o povo através de mentiras num mundo onde ninguém está interessado na verdade.

Se a intenção do autor é denegrir a imagem da Igreja Católica fica a pergunta: É lícito eu ir no cinema patrocinar a industria ateísta e anti-católica?

Deixo aqui abaixo o que disse o Bispo Emérito do Nardò-Gallipoli (Itália), Dom Antonio Rosario Mennonna, de 103 anos de idade

“ROMA, 04 Mai. OBispo Emérito do Nardò-Gallipoli (Itália), Dom Antonio Rosário Mennonna, de 103 anos de idade e um dos três bispos vivos nascidos em 1906, criticou o conteúdo do filme Anjos e Demônios e a qualificou de 'estupidez inútil'.
Segundoa imprensa, o Prelado assinalou que a obra, baseada no livro de Dan Brown de mesmo nome, 'tem um conteúdo altamente denegatório, difamatório e ofensivo para os valores da Igreja e o prestígio da Santa Sé'.
Pessoas próximas a este Prelado indicaram que ele 'ficou impressionado e profundamente perturbado pelo conteúdo do filme'.
Dom Mennonna convidou aos bispos a denunciar o filme por atacar a fé de milhões de pessoas e difundir espetáculos obscenos.” (fonte ACI)

E você, dará bilheteria a isto?

Sentire Cum Ecclesia

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Namoro ou amizade?


A amizade é sem duvida uma das maiores necessidades do ser humano. A vida sem uma amizade não ter cor, não tem brilho, é vazia de sentido. Todos, bons e maus, homens e mulheres, sentem a necessidade de amizade.

Hoje existem muitas frases e ditos sobre a amizade que, tão cheias de expressões e poesia, chegam a ultrapassar a esfera do entendimento, como por exemplo uma famosa frase de Aristóteles que diz: “Amizade é como uma alma em dois corpos”.

Fugindo um pouco de bonitas frases e poesias sobre a amizade – não que elas estejam mal fundamentadas- e partindo um pouco para a realidade, gostaria de refletir sobre um assunto que muitos no seu caminho de amizade entre homem e mulher já viveram, e os que ainda não viveram poderão vir a viver, que é o encantamento na amizade.

O que vem a ser isso?

Já ouvi muitos testemunhos e partilhas de pessoas que num certo ponto da amizade se encontram no celebre dilema: será que estou gostando do fulano? Será que estou apaixonado pela minha melhor amiga ou apaixonada pelo meu melhor amigo? Xiiiii, o que fazer? Como discernir?

De fato todo namoro maduro e sadio parte de uma verdadeira amizade e os que não começaram com uma amizade precisam se tornar com o passar do tempo. No entanto gostaria de apresentar aquele sentimento na amizade que não é um namoro e nem aponta para tal, é na verdade um encantamento para com o amigo ou amiga que num certo momento da amizade atinge um nível de emoções “platônicas” para com o outro. O encantamento é na verdade a mais sincera vontade de ser e estar com o amigo, de se debruçar nele, de falar, de escutar, de estar perto… não é um namoro. Quando estes sentimentos atingem a amizade é preciso uma dose a mais de razão que nos fará chegar no equilíbrio, para que o sentir não atrapalhe o ser amigo.O encantamento em si , quando bem vivido, não é algo ruim, pelo contrário, faz uma amizade crescer e amadurecer.

Como fazer para atingir o equilíbrio diante das “enxurradas” de sentimentos?

1º É preciso questionamento do que sinto, ou seja, eu preciso dar nome aos sentimento que me invadem, preciso do autoconhecimento para ter claro que o que eu sinto não é uma fuga ou carência. Por exemplo: se em meu “histórico” de amizades eu sempre sinto estar “apaixonado” pelo amigo ou amiga, é bem provável que eu esteja desequilibrado afetivamente, então, preciso de cura e não de suprir minha carência em uma amizade. A Oração é a chave que abre as portas do nosso interior. Questione e ore!

2º É preciso dar tempo a amizade, deixar que este encantamento passe pelo crivo do tempo, que eu tenha paciência com o que sinto. Não posso de imediato expressar o que está dentro sem que antes me questione. Somente o tempo cercado pelo silêncio interior poderá esclarecer os verdadeiros sentimentos dentro de você.

3º A verdadeira amizade é feita de aproximação e distância. É insuportável aquele tipo de amizade “chiclete” que não dá espaço para outros, é um “grude” só. A amizade que se encerra em si mesma é o puro encontro de duas carências. Estabelecer um certo limite na sua amizade e partilhá-la com outros vai ajudar a discerni-la melhor. Quantas amizades já se desfizeram por sufocamentos…

Questionar, esperar e distanciar; são três verbos que nos ajudam a lidar com o encantamento na amizade. Quando uma amizade passa por esta “provação” de sentimentos, ela encontra raízes e pode avançar para águas mais profundas. Quem disse que o que sinto na amizade é paixão?

E agora, é verdadeiramente namoro ou só um encantamento na amizade?

Daniel Machado

Comunidade Canção Nova